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	<title>Comentários sobre: Quando começa a vida?</title>
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	<description>Benvindo! Se estiver disposto, dispa-se conosco...</description>
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		<title>Por: Adriano Senkevics</title>
		<link>http://letrasdespidas.wordpress.com/2009/05/30/quando-comeca-a-vida/#comment-2171</link>
		<dc:creator>Adriano Senkevics</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 13:27:32 +0000</pubDate>
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		<description>Luciene,

Entendo o seu ponto de vista, mas discordo. Na minha visão do início da vida, que se iniciaria na fecundação e se desenvolveria até o momento em que o feto possa sobreviver fora do útero (que se dá pelo 7º mês, aproximadamente), ainda não se trata de uma vida completa, logo, está dentro do que é compreendido na discussão de aborto.

Este argumento não é válido para crianças e adultos, pois neles já não se interrompe mais o DESENVOLVIMENTO DA VIDA, e sim uma VIDA já formada. É uma distinção sutil? É claro que é. Não tem como não ser sutil diferenciar a morte de um embrião e de uma adulto que viria daquele embrião, visto que são, no fundo, a mesma pessoa.

Mas o aborto tange justamente neste parte sutil da questão. Eu poderia simplesmente dizer: &quot;antes de tal etapa o embrião ainda não tem vida&quot;. Se não tem vida, está morto. Logo, matá-lo não fará diferença nenhuma, pois não se mata duas vezes a mesma coisa. Entretanto, eu coloco um terceiro elemento, que não é a vida, muito menos a morte: a vida em desenvolvimento.

Dentro desse terceiro elemento, matar sem sofrimento parece ser a maneira mais sensata de interromper o desenvolvimento, posto que sou favorável ao aborto e quero, sim, que as famílias, sobretudo as mães, possam decidir pela continuidade da gravidez.

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luciene,</p>
<p>Entendo o seu ponto de vista, mas discordo. Na minha visão do início da vida, que se iniciaria na fecundação e se desenvolveria até o momento em que o feto possa sobreviver fora do útero (que se dá pelo 7º mês, aproximadamente), ainda não se trata de uma vida completa, logo, está dentro do que é compreendido na discussão de aborto.</p>
<p>Este argumento não é válido para crianças e adultos, pois neles já não se interrompe mais o DESENVOLVIMENTO DA VIDA, e sim uma VIDA já formada. É uma distinção sutil? É claro que é. Não tem como não ser sutil diferenciar a morte de um embrião e de uma adulto que viria daquele embrião, visto que são, no fundo, a mesma pessoa.</p>
<p>Mas o aborto tange justamente neste parte sutil da questão. Eu poderia simplesmente dizer: &#8220;antes de tal etapa o embrião ainda não tem vida&#8221;. Se não tem vida, está morto. Logo, matá-lo não fará diferença nenhuma, pois não se mata duas vezes a mesma coisa. Entretanto, eu coloco um terceiro elemento, que não é a vida, muito menos a morte: a vida em desenvolvimento.</p>
<p>Dentro desse terceiro elemento, matar sem sofrimento parece ser a maneira mais sensata de interromper o desenvolvimento, posto que sou favorável ao aborto e quero, sim, que as famílias, sobretudo as mães, possam decidir pela continuidade da gravidez.</p>
<p>Abraços</p>
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		<title>Por: Tatiane</title>
		<link>http://letrasdespidas.wordpress.com/2009/05/30/quando-comeca-a-vida/#comment-2165</link>
		<dc:creator>Tatiane</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 14:10:19 +0000</pubDate>
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		<description>parabéns é um bom conteúdo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>parabéns é um bom conteúdo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luciene</title>
		<link>http://letrasdespidas.wordpress.com/2009/05/30/quando-comeca-a-vida/#comment-2142</link>
		<dc:creator>Luciene</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 14:00:33 +0000</pubDate>
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		<description>Se a questão do aborto se resolve simplesmente pelo fato de evitar-se a dor e matando um ser, com direito a viver como todos nós, estaríamos, também, dando aval a matar um adulto, ou mesmo uma criança sem dor. Poderíamos, então aplicar uma injeção que fizesse a pessoa adormecer e morrer? Nesse caso não seria um crime se seguíssemos tal raciocínio que é por demais egoísta, a meu ver.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se a questão do aborto se resolve simplesmente pelo fato de evitar-se a dor e matando um ser, com direito a viver como todos nós, estaríamos, também, dando aval a matar um adulto, ou mesmo uma criança sem dor. Poderíamos, então aplicar uma injeção que fizesse a pessoa adormecer e morrer? Nesse caso não seria um crime se seguíssemos tal raciocínio que é por demais egoísta, a meu ver.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Camila</title>
		<link>http://letrasdespidas.wordpress.com/2009/05/30/quando-comeca-a-vida/#comment-2140</link>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 00:23:00 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, biologicamente é vida. Nesse caso, vida tem um significado mais amplo, envolvendo também um aspecto social.
Entendeu?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, biologicamente é vida. Nesse caso, vida tem um significado mais amplo, envolvendo também um aspecto social.<br />
Entendeu?</p>
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	<item>
		<title>Por: Adriano Senkevics</title>
		<link>http://letrasdespidas.wordpress.com/2009/05/30/quando-comeca-a-vida/#comment-2138</link>
		<dc:creator>Adriano Senkevics</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 01:59:25 +0000</pubDate>
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		<description>Carlos José,

Aborta não é igual a arrancar um dente. Aborto é um ato de imensa responsabilidade, e que deve ser muito bem pensado pelo casal. Mas, entre a mulher carregar uma gravidez de 9 meses indesejada, e depois ter que lidar com o fardo de ter um filho que não pretendia, penso que o aborto seja uma saída. Casos como estupro, risco de morte e anencefalia, para mim, está mais do que claro que não faltam motivos.

A dor a que me referi no texto não é a mesma dor que a sua. Me referi à dor como um processo desencadeado pelo sistema nervoso que sinaliza para perigo. Se não há sistema nervoso, não há dor. Se não há consciência, também não há como ter uma dor mais sentimental, emocional. E o que você quer dizer com dor espiritual?

Abraços

-//-

Camila,

Não entendo muito o que diz com uma &quot;vida que é só uma probabilidade&quot;. Para mim, é vida. Pode morrer naturalmente, claro que pode, mas já tem uma vida.

Beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos José,</p>
<p>Aborta não é igual a arrancar um dente. Aborto é um ato de imensa responsabilidade, e que deve ser muito bem pensado pelo casal. Mas, entre a mulher carregar uma gravidez de 9 meses indesejada, e depois ter que lidar com o fardo de ter um filho que não pretendia, penso que o aborto seja uma saída. Casos como estupro, risco de morte e anencefalia, para mim, está mais do que claro que não faltam motivos.</p>
<p>A dor a que me referi no texto não é a mesma dor que a sua. Me referi à dor como um processo desencadeado pelo sistema nervoso que sinaliza para perigo. Se não há sistema nervoso, não há dor. Se não há consciência, também não há como ter uma dor mais sentimental, emocional. E o que você quer dizer com dor espiritual?</p>
<p>Abraços</p>
<p>-//-</p>
<p>Camila,</p>
<p>Não entendo muito o que diz com uma &#8220;vida que é só uma probabilidade&#8221;. Para mim, é vida. Pode morrer naturalmente, claro que pode, mas já tem uma vida.</p>
<p>Beijos</p>
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